Gerais - 4 de maio de 2018

Monlevade poderá ter indústria de Cachaça e Pó com a transferência de Lula e Aécio para novo presídio

João Monlevade completará no próximo dia 29 de abril seu 54º aniversário de emancipação político-administrativa. E, até o ano que se emancipou de Rio Piracicaba, em 1964, tudo ainda acontecia no antigo e saudoso Centro Industrial, entre as praças do Mercado até a do Cinema, no sobe e desce do famoso morro do Geo, entre o Armazém, a Padaria, mercearias, lojas, escolas, cinema, clubes e até uma emissora de rádio. Carneirinhos era apenas um pedacinho, de casas simples e terra batida, sem qualquer valorização imobiliária. Até a lotação era mais difícil.





Mas vieram os anos dourados após a emancipação, a partir do final dos anos 1960, e um prefeito da região, que foi o presidente da Comissão Emancipadora Pró João Monlevade, um grande líder político, Germin Loureiro, saudoso “Bio”, quem começou a mudar a história, após os mandatos de Wilson Alvarenga e Josué Henrique Dias, que também contribuíram, e hoje Carneirinhos tornou-se um Polo Comercial e, de tão grande, foi dividido em vários bairros. Para alguns que residem fora de Monlevade, acreditam que Carneirinhos é outra cidade!





Na fotografia, do início daquela década, uma mostra do que era o antigo bairro, aqui onde estão localizados hoje os bairros Alvorada e Novo Horizonte. Aparece em 1º plano a Rua Louis Ensch. Atrás dela, as ruas Joana Darc e Pedro Bicalho. À direita, ao fundo, o cemitério de Carneirinhos, onde pode-se ver um pedaço da Avenida Getúlio Vargas, e ao alto, na parte central da foto, a Escola Antônio Papini, antes chamada de Anexo. Onde hoje está construído o Real Esporte Clube, era apenas mata e brejo. Os tempos mudaram.