Gerais - 5 de junho de 2018

Caminhoneiros encontram cervejeiro escondido no Campo de Aviação

João Monlevade, quem te viu, quem te vê! O antigo Centro Industrial, em sua época de glamour, quando vivíamos sob as ordens da “Mãe” Belgo-Mineira. Que dava aos operários, moradias, energia, água, gás elétrico, assistência médica e social, e ainda entretenimento.

Nesta fotografia das décadas de 1950/60, o Dr. Louis Jacques Ensch já havia mandado construir a 1ª Vila Operária da América Latina. Aqui, este belo cenário, quando fomos criados dentro de uma cultura europeia, e tínhamos gratuitamente até mesmo o leite balanceado, distribuído no Lactário (a leiteria), que pode ser visto na parte de baixo da foto, próximo à linha férrea. Subindo, ao passar pelo túnel e entrando no morro do Geo, à esquerda, a Praça do Mercado, que nos levava às feiras e ao Grêmio Esportivo. E ao Armazém do Geo. Subindo mais, a maravilhosa arquitetura da Praça Ayres Quaresma, a “Praça do Cinema”, com o Ginásio Monlevade, os clubes, bares, emissora de rádio e o Cine Monlevade. Até a Portaria-1 da Usina, suas Cúpulas e as chaminés gigantes do progresso e o Viaduto que levava às ruas Tabajaras, Tamoios e Aimorés. Mais acima a Cidade Alta e a Pensão Grande. Hoje, apenas um Retrato na Parede!

Uma homenagem ao grande e saudoso Mestre Diló, autor desta obra de arte em Fotografia.