Opinião - 5 de junho de 2018

A História é a mãe da Estória

F. de Paula Santos

Os eventos comemorativos em torno do bicentenário, promovidos pela Câmara Municipal, chegam ao fim. Durante cerca de um ano houve envolvimento de diversos atores, num cenário que mudou algumas vezes e acabou por abrir um leque onde algumas atividades seguiram carreira solo.

Seria muito abrangente se colocássemos aqui todo o resultado das muitas reuniões feitas no ano passado – e que estivemos presente. Nem todas as propostas seguiram na mesma direção. E muitas, infelizmente, ficaram pelo caminho. Contudo, nada que tire o brilho da bela iniciativa do Legislativo Municipal, comandando pelo presidente Djalma Augusto Bastos, que culminou com a entrega da “Medalha Jean Monlevade”, em 14 de maio último.

Mas este texto tem outro objetivo. Em outras oportunidades, voltaremos ao assunto aqui apenas iniciado. Quero falar de um amigo e o quanto a amizade é importante na vida da gente. Trata-se do Wagner Dutra de Mendonça, amigo de longa data – e sua amizade é para mim uma grande dádiva. Ao lhe solicitar participação na “A bem sucedida aventura do francês no arraial do Piracicaba” – título sugerido pelo grande Afonso Torres da Silva -, o meu amigo Wagner abraçou imediatamente a ideia.

Artista dos pincéis e desenhista por excelência, criou imagens para o meu texto que encantaram os alunos das escolas onde passamos levando a grande e bem sucedida aventura do nosso Pioneiro Jean Antonie Félix Dissandes de Monlevade. Claro que exploramos apenas parte da história, com o objetivo de levar de forma diferenciada – uma visão artística e romanceada -, da chegada e estadia do nosso Pioneiro por estas bandas, pois as escolas do município já o fazem didaticamente. Fizemos nossa parte com o apoio da Casa de Cultura e da Secretaria de Educação da Cidade.

Assim, motivados por seus professores (as) e inspirados pelos desenhos do Wagner Dutra, os alunos dos estabelecimentos de ensino onde estivemos se divertiram com a bela história do Pioneiro que tanto fez por nossa região.

A Jean de Monlevade, nossa eterna gratidão pela Forja, pelo Solar Monlevade e tudo mais. Ao Wagner, o sincero reconhecimento da importância da sua arte que, sem dúvida nenhuma, foi presença marcante no Bicentenário.