Para matar a saudade…

Toda cidade que se preza tem a sua Estação Ferroviária. Triste daquela que não conta com as linhas de ferro da Central do Brasil, hoje Cia. Vale do Rio Doce, cuja comunidade não ouve o apito do trem chegando na velha estação. Como diz uma letra do Raul Seixas, “Oi o trem, vem chegando, chamando, apitando quem sabem do trem. Quem vai chegar, quem vai partir? Quem vai chorar, quem vai sorrir? Hoje o trem está chegando, está chegando na estação…”

Pois é, e Monlevade também tem esse privilégio, e quando ainda nem havia estradas na região e todos que aqui chegavam vinham de trem, inclusive o excelentíssimo presidente da República, saudoso Getúlio Vargas, quando aqui veio pela primeira vez para lançar a pedra fundamental da Usina da Belgo-Mineira, em 1935.

Nesta foto, o alemão Ewald Wittig (E), com a família e amigos, aguardando a chegada do trem. Sr. Wittig chegou em João Monlevade em 1939 e participou da construção e montagem do 1º Laminador da Usina, em 1940, deixando aqui sua história. E foi pelas linhas de ferro da Central do Brasil que gringos e brasileiros ajudaram na construção desta grande empresa, que é a Belgo-Mineira!

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