Marcas do que se foi…

Ela é hoje considerada uma das estradas com mais movimento no país e somente agora os governantes tomaram uma medida, estando em obras a duplicação da BR-381, no trecho que compreende entre Belo Horizonte a Governador Valadares. Um trecho de BH a João Monlevade – entre o Rio Una (São Gonçalo do Rio Abaixo) até o trevo de acesso a Caeté a estrada já está duplicada.

No entanto, antes de se chamar 381, a rodovia era conhecida como BR-262, que ligava a capital até Monlevade. O asfalto terminava neste trecho, no trevo de acesso ao bairro Cruzeiro Celeste. Para quem viajava de Monlevade a Vitório, no Espírito Santo, trafegava cerca de 100 quilômetros a mais, já que se pegava a 381 até Ipatinga, passava por Caratinga e saia em Realeza, para ali entrar novamente na 262. Durante o governo do então prefeito Lúcio Flávio de Souza Mesquita, foi inaugurado o asfalto entre João Monlevade a Rio Casca, quando era governador de Minas o também saudoso Aureliano Chaves. Tudo então ficou mais fácil e consequentemente o acesso a Vitória e a outras praias do litoral capixaba.

Esta fotografia é dos anos 1960 e mostra o trevo antigo do Cruzeiro Celeste. À direita a Igrejinha e mais à frente a entrada para a rua Nova York, onde hoje encontra-se o Comercial Fraga. À esquerda o cruzamento com a avenida Armando Fajardo, em seu final, e umas poucas casas abaixo da pista. Hoje, com o desenvolvimento, os tempos são outros, o trevo é outro, mas uma coisa não mudou nesses quase quarenta anos: a rodovia continua fazendo vítimas e o governo federal permanece de braços cruzados. Marcas terríveis de tragédias e a omissão das autoridades.

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