Fotografias para se guardar em belos Porta-Retratos! – Por Marcelo Melo!

Acima, uma fotografia inédita, do início da década de 1940, e que nos foi passada pelo amigo monlevadense e leitor do “Morro do Geo”, Cláudio Gomes, hoje residente em Belo Horizonte. Veio dos arquivos do Cassino da cidade de Sabará, hoje mantido pela Arcelor/Mittal.

Fazendo uma viagem, abaixo da foto as casas da Rua Tocantins, à beira do rio Piracicaba e subindo pela Rua Beira-Rio deparamos com o Hotel Siderúrgica e mais adiante o vistoso prédio do Hotel Cassino. O prédio da Caatanga ainda não havia sido construído. A grande curiosidade desta fotografia pode ser notada na parte do meio dela, onde à esquerda aparece o prédio do Ginásio Monlevade (depois denominado Colégio Estadual) e à direita, à sua frente, ainda um aterro, onde seria construída logo depois a saudosa Praça Ayres Quaresma, a famosa Praça do Cinema. Ou seja, o Ginásio Monlevade foi construído antes da Praça do Cinema, e ainda não havia sido concluída a Vila Operária. Acima da escola, algumas casas da Cidade Alta e mais acima, na parte central da foto, as casas das ruas Tamoios, Aimorés e Tabajaras.

Na fotografia abaixo, feita de um ângulo muito parecido com a de cima, um detalhe: a Praça Ayres Quaresma, saudosa Praça do Cinema, já estava construída e acabava de ser inaugurada, e os fundos do prédio destaca-se, aparecendo o banheiro público que havia no local e as janelas do Ideal Clube e do União Operário. Abaixo, a antiga ponte de arame que ligava a Rua Tapajós às ruas Beira-Rio e Tocantins e mais acima mais casas da Cidade Alta e das ruas Aimorés e Tabajaras, já que as cúpulas da Usina taparam a Rua Tamoios. E à esquerda, bem no alto, no mesmo nível da Rua Tabajaras, a famosa e vistosa Pensão Grande, toda iluminada.

*Obs: As duas fotografias não têm o nome do autor, mas provavelmente devem ter sido feitas por um dos primeiros fotógrafos contratados pela Belgo-Mineira, através do Dr. Louis Jacques Ensch, que foi o profissional Coutinho, já que Assunpção e Diló chegaram depois. E ambas foram feitas da Rua Tapajós, precisamente na região da Matriz São José Operário, que ainda não havia sido construída.

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